Tv a cabo: estudo de caso
Cansei de tv a cabo. Este é o quarto mês consecutivo que eu pago o VMA (aquela taxa de suspensão temporária de programação). Eu já teria cancelado a assinatura, não fosse um dos parágrafos do contrato dizendo que ele é válido por um ano, ou seja, pagaria uma taxa absurda se não quisesse mais a anteninha.
Antes de ter essa maravilha eu achava que era realmente uma maravilha, que a qualquer hora que eu ligasse o aparelho, em ficaria em dúvida sobre o que assistir, pois todos os programas eram "imperdíveis". Confesso que no início, ainda empolgado pela novidade, eu não conseguia sair da frente da TV. Quando eu tinha que sair, deixava o vídeo gravando alguns programas. Eu vasculhava a programação da National Geographic Channel e do Discovery Channel caçando os programas mais interessantes. Demorou, mas percebi que era mais um vício de adquirir conhecimento do que propriamente interesse! Aí comecei a me ligar com mais freqüência nos canais de seriados. Virei fã de carteirinha de Desperate Housewives, esforçava-me para não perder um capítulo de Gilmore Girls, descobri a Fox (Miss Match, One Tree Hill, Simpsons, American Dad etc), deliciei-me com Minha Casa, Sua Casa. Na época do Oscar, então, a minha vida era o canal E!, de olho nas últimas notícias de Hollywood.
O tempo ficou apertado e a grana também. Fiquei apenas com o pacote básico, o qual para quem é exigente, é básico mesmo: o canal de filmes - TNT - só passa filmes dublados; o canal de séries - Warner Channel - só tem besteira (como OC, que eu ainda assistia, dada a falta do que fazer...), salvo raras exceções (como Gilmore Girls); o canal de desenhos era o Boomerang, o que eu raramente assistia. Os outros canais ficavam entre 90% e 100% de desprezo: Band News, ESPN e Rede Vida.
Então, se eu mal tinho tempo pra assistir bobagens, por que diabos eu continuaria pagando por elas? Hoje só sinto falta daquilo que eu citei nas últimas linhas do segundo parágrafo. E não acho justo desembolsar quase 80 reais para tê-las em casa. Se eu quero uma coisa "diferente", estou preferindo ir a concertos, a shows, visitar exposições, ir ao circuito de cinema alternativo ou alugar uns DVDs. É mais barato e não sou obrigado a pagar uma taxa a cada mês.
Ao pagar os VMAs de outubro (atrasado - novidade...) e novembro (adiantado - milagre!) o cara me falou que tais taxas só poderiam ser pagas no máximo três vezes ao ano. Ou seja, mês que vem (dezembro), serei praticamente obrigado a escolher algum pacote pra "assistir". E sendo assim, além do fato de ser o último mês do contrato e de eu estar de férias, não custa nada pegar os pacotes básico e avançado, a não ser os "quase 80 reais"...
Antes de ter essa maravilha eu achava que era realmente uma maravilha, que a qualquer hora que eu ligasse o aparelho, em ficaria em dúvida sobre o que assistir, pois todos os programas eram "imperdíveis". Confesso que no início, ainda empolgado pela novidade, eu não conseguia sair da frente da TV. Quando eu tinha que sair, deixava o vídeo gravando alguns programas. Eu vasculhava a programação da National Geographic Channel e do Discovery Channel caçando os programas mais interessantes. Demorou, mas percebi que era mais um vício de adquirir conhecimento do que propriamente interesse! Aí comecei a me ligar com mais freqüência nos canais de seriados. Virei fã de carteirinha de Desperate Housewives, esforçava-me para não perder um capítulo de Gilmore Girls, descobri a Fox (Miss Match, One Tree Hill, Simpsons, American Dad etc), deliciei-me com Minha Casa, Sua Casa. Na época do Oscar, então, a minha vida era o canal E!, de olho nas últimas notícias de Hollywood.
O tempo ficou apertado e a grana também. Fiquei apenas com o pacote básico, o qual para quem é exigente, é básico mesmo: o canal de filmes - TNT - só passa filmes dublados; o canal de séries - Warner Channel - só tem besteira (como OC, que eu ainda assistia, dada a falta do que fazer...), salvo raras exceções (como Gilmore Girls); o canal de desenhos era o Boomerang, o que eu raramente assistia. Os outros canais ficavam entre 90% e 100% de desprezo: Band News, ESPN e Rede Vida.
Então, se eu mal tinho tempo pra assistir bobagens, por que diabos eu continuaria pagando por elas? Hoje só sinto falta daquilo que eu citei nas últimas linhas do segundo parágrafo. E não acho justo desembolsar quase 80 reais para tê-las em casa. Se eu quero uma coisa "diferente", estou preferindo ir a concertos, a shows, visitar exposições, ir ao circuito de cinema alternativo ou alugar uns DVDs. É mais barato e não sou obrigado a pagar uma taxa a cada mês.
Ao pagar os VMAs de outubro (atrasado - novidade...) e novembro (adiantado - milagre!) o cara me falou que tais taxas só poderiam ser pagas no máximo três vezes ao ano. Ou seja, mês que vem (dezembro), serei praticamente obrigado a escolher algum pacote pra "assistir". E sendo assim, além do fato de ser o último mês do contrato e de eu estar de férias, não custa nada pegar os pacotes básico e avançado, a não ser os "quase 80 reais"...

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