A batalha da quarta geração
Sabe quando você já fez o que tinha pra fazer e depois fica só embromando, "inventando" coisas pra passar o tempo? Estou (novamente) nessa fase, no trabalho.
Já terminei a arte de todos os painéis da exposição. O que falta, estou dependendo de terceiros (textos, legendas e revisão). Enquanto isso, fico terminando de transformar as figuras para CMYK e só.
Mas como eu sempre acho que ainda não está perfeito, inventei de mudar as cores (de novo!) dos painéis, pois, na minha visão, apresentava falhas. Erros corrigidos, resolvi exportar todos os painéis como figura .jpeg no padrão CMYK para ver como ficaria a impressão. O único problema apresentado foi quanto aos tons de verdes, que pareceram mais amarelados do que o original. Todavia, no geral, ficou "ok".
Aí chega o Júlio, da gráfica, e diz que deverá haver uma "sobra" de 8 cm à direita e à esquerda de cada painel separadamente, equivalente à dobra da lona na armação de ferro. Fiquei logo puto. Ora, se eu desenvolvo uma arte de um jeito "x", ela não pode ser apresentada de outra maneira. Em outras palavras, o "corte" influencia negativamente na diagramação. Esperei ele ir embora e fui falar com o Alcemir a respeito da minha insatisfação. Não demorou para que o Alcemir ligasse ao Júlio, perguntando se o corte não poderia ser menor, pois "8 cm é muito!". (Detalhe: o animal estava na sala quando o Júlio falou que a sobra seria desse comprimento). Minhas preces foram (pelo menos parcialmente) atendidas e o corte diminui para 2 cm de cada lado. Assim está melhor (dentro do possível).
Após ajustar cada painel para os benditos cortes, minha caça ao "que fazer" encontrou o painel da apresentação ("chamada"). Em fato, um foi conseqüência do outro. Tive que separar as partes do título, 2 cm à esquerda (no painel esquerdo) e 2 cm à direita (no painel direito) para que na hora de dobrar a lona na estrutura de ferro, não houvesse perda de nenhuma letra.
O próximo passo é tentar ajustar melhor as cores para que a diferença entre RGB (aquilo que é visto no computador) e CMYK (aquilo que é impresso) não seja tão grande no que diz respeito às tonalidades do verde.
Já terminei a arte de todos os painéis da exposição. O que falta, estou dependendo de terceiros (textos, legendas e revisão). Enquanto isso, fico terminando de transformar as figuras para CMYK e só.
Mas como eu sempre acho que ainda não está perfeito, inventei de mudar as cores (de novo!) dos painéis, pois, na minha visão, apresentava falhas. Erros corrigidos, resolvi exportar todos os painéis como figura .jpeg no padrão CMYK para ver como ficaria a impressão. O único problema apresentado foi quanto aos tons de verdes, que pareceram mais amarelados do que o original. Todavia, no geral, ficou "ok".
Aí chega o Júlio, da gráfica, e diz que deverá haver uma "sobra" de 8 cm à direita e à esquerda de cada painel separadamente, equivalente à dobra da lona na armação de ferro. Fiquei logo puto. Ora, se eu desenvolvo uma arte de um jeito "x", ela não pode ser apresentada de outra maneira. Em outras palavras, o "corte" influencia negativamente na diagramação. Esperei ele ir embora e fui falar com o Alcemir a respeito da minha insatisfação. Não demorou para que o Alcemir ligasse ao Júlio, perguntando se o corte não poderia ser menor, pois "8 cm é muito!". (Detalhe: o animal estava na sala quando o Júlio falou que a sobra seria desse comprimento). Minhas preces foram (pelo menos parcialmente) atendidas e o corte diminui para 2 cm de cada lado. Assim está melhor (dentro do possível).
Após ajustar cada painel para os benditos cortes, minha caça ao "que fazer" encontrou o painel da apresentação ("chamada"). Em fato, um foi conseqüência do outro. Tive que separar as partes do título, 2 cm à esquerda (no painel esquerdo) e 2 cm à direita (no painel direito) para que na hora de dobrar a lona na estrutura de ferro, não houvesse perda de nenhuma letra.
O próximo passo é tentar ajustar melhor as cores para que a diferença entre RGB (aquilo que é visto no computador) e CMYK (aquilo que é impresso) não seja tão grande no que diz respeito às tonalidades do verde.

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