Já sei falar “pinrroule”
Por cinco reais, fiz a não tão concorrida (eu e mais três pessoas), mas muito interessante, oficina especial de pinhole com o pessoal da Fotoativa, mais especificamente com o próprio Miguel Chikaoka (ou seja lá como for esse complicado sobrenome). Após um breve bate-papo sobre câmera escura e fotografia, saímos com as nossas rústicas maquininhas de bater foto pela Praça do Carmo e, em seguida, fomos clicar a Estação das Docas. Dependendo do tempo que você deixa em exposição e também de como está o tempo, a sua foto pode prestar ou não, ficar muito clara ou muito escura. O contraste advindo do tempo de exposição é crucial. Foi uma tarde divertida e produtiva. Eu me sentia uma criança de 10 anos num parque de diversão. Fiquei entusiasmado com aquilo e fiquei bastante inclinado a desembolsar os 400 reais para fazer o “Photomorphosis”, curso de iniciação de fotografia realizado anualmente pelo Miguel, mas me disseram que ele só é aproveitável se você tiver uma câmera boa, o que não é o meu caso. Mas tenho um projeto (não muito original) de sair com dezenas de pinholes durante o Círio. Alguém me patrocina?

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