Mostra Arte Final - parte I
Promovido pelo IAP (Instituto de Artes do Pará), está em sua primeira edição. É uma espécie de "Feira da Cultura" de gente grande. No primeiro dia (2), iniciando com mais de uma hora de atraso, teve a apresentação de dois musicais ("O Som Subterrâneo" e "Doristi").
O primeiro, com direção de Argentino Campos de Melo pecou pela falta de organização. O carinha deve ter saído dali com dor na nuca, pois tinha que se contorcer todo para tocar no teclado, devido a altura da mesa improvisada. Argentino transformou poemas de Max Martins em música. Gostei do grupo no quesito "arranjo". Lembrou-me até o Los Hermanos em sua atual fase. Mas musicalmente, ainda ficou a dever. Outra falha: Argentino canta mal... Esporadicamente, chamava alguns de seus amigos (que eram cantores) para interpretar uma ou outra canção.
Seguida, o aguardado "Doristi", dirigido pelo professor da UFPa, Fábio Cavalcante. Doristi é um sistema harmônico "alternativo" que inverte a escala musical padrão, tornando-a decrescente. Outra caractérística do musical era a inversão das letras que eles cantavam. Teoricamente interessante, mas na prática, nem tanto. Saí na quarta música.
O dia seguinte foi bem mais apurado, com o espetáculo musical "Fronteiras", de Careca Braga. Careca mesclou ritmos regionais (carimbó, lundu...) com blues e jazz. O resultado me agradou em cheio! Vou comprar o CD deles! Pena que a platéia estava ansiosa para outra apresentação que ia ter na Sala de Dança, e grande parte foi logo formando uma fila. Ao final do show, a arquibancada já estava quase vazia... Desrespeito.
80 Já Era!, de Nando Lima causou-me surpresa ao entrar na Sala de Dança. Tecnicamente interessantíssima: eles dividiram a sala ao meio, colocando um telão sem fundo preto. Assim, a platéia que estava à frente e a que estava atrás do telão acompanhava as mesmas imagens. A iluminação é um espetáculo à parte. Nota dez para Patrícia Gondim. No entano, duas falhas irritantes fizeram com que não merecessem a mesma nota da Patrícia: roteiro e atuação. Assistam quando puderem e confiram.
No domingo, 4 e na segunda, 5, preferi aproveitar a preguiça em casa. Dia 6 fui para a vernissage do S. Antar Rohit (fora da programação da Mostra) na Galeria da Residência. COmi muitos salgadinhos e bebi um drink delicioso de tangerina!
Voltei às atividades da Arte Final ontem, 7, para conferir a vernissage O Tao Caminho, de Danielle Fonseca. Não gostei. Colocaram um vídeo para ficar passando em uma das paredes, então não dava para ver direito os títulos das obras, devido a (falta de) iluminação correta. Tem duas obras com o mesmo título (Advento 3). Todas elas são inspiradas em poemas de Max Martins (de novo na área!). São esculturas de ferro contorcido. A impressão que me deu era que tinham alguma coisa a ver com "voar". Em uma das cenas do vídeo, aparece uma frase escrita por Max: "O vôo sempre volta à sua origem". Em seguida, aparecia um provérbio chinês com o mesmo significado. Danielle juntou as coisas e fez aquilo que só ela pode dizer o que realmente é.
BELÉM HOJE:
Local: São José Liberto
18h – Recital de Violinos (Fundação Carlos Gomes)
Local: Anfiteatro
19h – Vídeo “O Menino Urubu”, de Fernando Fernandes (15 min)
19h20 – Vídeo “Admirimiriti”, de Andrei Miralha (12 min)
19h30 – Vídeo “Imagens Cruzadas”, de Fernando Segtowick (15 min)
19h50 – Vídeo “O Tao Caminho”, de Danielle Fonseca (5 min)
20h – Vídeo “Plumas”, de George Venturieri (7 min)
21h – Programa Cultura Pai-D´Égua, da Tv Cultura, ao vivo, direto do IAP
O primeiro, com direção de Argentino Campos de Melo pecou pela falta de organização. O carinha deve ter saído dali com dor na nuca, pois tinha que se contorcer todo para tocar no teclado, devido a altura da mesa improvisada. Argentino transformou poemas de Max Martins em música. Gostei do grupo no quesito "arranjo". Lembrou-me até o Los Hermanos em sua atual fase. Mas musicalmente, ainda ficou a dever. Outra falha: Argentino canta mal... Esporadicamente, chamava alguns de seus amigos (que eram cantores) para interpretar uma ou outra canção.
Seguida, o aguardado "Doristi", dirigido pelo professor da UFPa, Fábio Cavalcante. Doristi é um sistema harmônico "alternativo" que inverte a escala musical padrão, tornando-a decrescente. Outra caractérística do musical era a inversão das letras que eles cantavam. Teoricamente interessante, mas na prática, nem tanto. Saí na quarta música.
O dia seguinte foi bem mais apurado, com o espetáculo musical "Fronteiras", de Careca Braga. Careca mesclou ritmos regionais (carimbó, lundu...) com blues e jazz. O resultado me agradou em cheio! Vou comprar o CD deles! Pena que a platéia estava ansiosa para outra apresentação que ia ter na Sala de Dança, e grande parte foi logo formando uma fila. Ao final do show, a arquibancada já estava quase vazia... Desrespeito.
80 Já Era!, de Nando Lima causou-me surpresa ao entrar na Sala de Dança. Tecnicamente interessantíssima: eles dividiram a sala ao meio, colocando um telão sem fundo preto. Assim, a platéia que estava à frente e a que estava atrás do telão acompanhava as mesmas imagens. A iluminação é um espetáculo à parte. Nota dez para Patrícia Gondim. No entano, duas falhas irritantes fizeram com que não merecessem a mesma nota da Patrícia: roteiro e atuação. Assistam quando puderem e confiram.
No domingo, 4 e na segunda, 5, preferi aproveitar a preguiça em casa. Dia 6 fui para a vernissage do S. Antar Rohit (fora da programação da Mostra) na Galeria da Residência. COmi muitos salgadinhos e bebi um drink delicioso de tangerina!
Voltei às atividades da Arte Final ontem, 7, para conferir a vernissage O Tao Caminho, de Danielle Fonseca. Não gostei. Colocaram um vídeo para ficar passando em uma das paredes, então não dava para ver direito os títulos das obras, devido a (falta de) iluminação correta. Tem duas obras com o mesmo título (Advento 3). Todas elas são inspiradas em poemas de Max Martins (de novo na área!). São esculturas de ferro contorcido. A impressão que me deu era que tinham alguma coisa a ver com "voar". Em uma das cenas do vídeo, aparece uma frase escrita por Max: "O vôo sempre volta à sua origem". Em seguida, aparecia um provérbio chinês com o mesmo significado. Danielle juntou as coisas e fez aquilo que só ela pode dizer o que realmente é.
BELÉM HOJE:
Local: São José Liberto
18h – Recital de Violinos (Fundação Carlos Gomes)
Local: Anfiteatro
19h – Vídeo “O Menino Urubu”, de Fernando Fernandes (15 min)
19h20 – Vídeo “Admirimiriti”, de Andrei Miralha (12 min)
19h30 – Vídeo “Imagens Cruzadas”, de Fernando Segtowick (15 min)
19h50 – Vídeo “O Tao Caminho”, de Danielle Fonseca (5 min)
20h – Vídeo “Plumas”, de George Venturieri (7 min)
21h – Programa Cultura Pai-D´Égua, da Tv Cultura, ao vivo, direto do IAP

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